
domingo, 30 de novembro de 2008
O diálogo fácil de madame Min

quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Simplex est Complex

terça-feira, 18 de novembro de 2008
O que é uma lei? O que é uma falta? O que é que acontece quando um gajo falta?


quinta-feira, 13 de novembro de 2008
É Gema... É Clara!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Avaliar
Madame Min- MM - Isso não é rigorosamente verdade, os professores não estão entulhados, nem entijolados, nem sequer enterrados, nem sequer foi ainda avaliada a quantidade de entulho, tijolos e terra necessária para este efeito. Portanto primeiro temos de avaliar... e só depois atulhar, perdão, ensinar. Sem uma avaliação rigorosa do trabalho de entulhamento, entijolamento e enterramento dos professores não é possível fazer progredir a educação em bases sólidas, nem saber as necessidades concretas do sistema, nem distinguir os bons e os maus profissionais; tem sido óbvio, nos últimos anos, que há grandes disparidades a este nível e que há professores que dispendem mais entulho, mais tijolos e mais terra, sem razão aparente que o justifique.. Ora isso não é de todo aceitável, há que definir concretamente uma média razoável de materiais a gastar com cada professor no seu entulhamento, entijolamento e enterramento. Como disse, há que fazer uma discriminação positiva, é importante que os professores percebam que para se entulharem, entijolarem e enterrarem têm de ser avaliados e que essa avaliação é para seu bem...
NI- Madame Min, confesso que me perdi! A expressão que usei é a de muitos professores que se confessam atulhados....
MM- Vou interrompê-lo! Os professores não estão avaliados, há que definir regras precisas dessa avaliação, tem de haver níveis de progressão por competências que se encontrem registadas em fichas próprias. Não podem ser todos iguais; um professor que só sabe entulhar é claramente diferente do professor que entulha e entijola e este também o é do professor que entulha, entijola e enterra. Mesmo neste último caso há diferentes níveis de proficiência; não é a mesma coisa enterrar à superfície e enterrar mais fundo.
Tudo isto tem de dar origem a categorios diferentes:teremos o professor-entulhador, o professor entulhador-entijolador e o professor entulhador-entijolador-enterrador, o titular dos três "és" -eee - , sendo que esta útlima categoria de subdivide em três níveis conforme a profundidade do enterramento [eee-S - à superfície; eee-MT -meia-terra; eee-EP - em profundidade].
Parece-nos um sistema razoável, baseado numa avaliação séria, que premiará os melhores..
NI- Confesso-me de novo um pouco perdido... a avaliação será feita pelos próprios pares?
MM - Sem dúvida, nós apenas definimos linhas gerais de entulhamento, entijolamento e enterramento; as escolas têm autonomia para concretizar na prática as nossas linhas orientadoras, contando sempre connosco para qualquer esclarecimento que se revele necessário...
Mas ninguém melhor que os próprios pares para concretizar este processo de avaliação objectivo, justo, rigoroso e definidor de boas práticas.
NI- Então, se bem compreendi, avaliar é entulhar, entijolar e enterrar?
MM - Não!!! O que não é possível é ter uma boa avaliação sem entulhar bem, entijolar melhor ou ser excelente a enterrar.
Como lhe disse, há poucos items a preencher, as fichas e grelhas (da autoria das escolas) são simples, o que pode tornar o processo um pouco mais complexo é a incapacidade dos professores se revelarem proficientes em termos de "és". Um "é" é uma coisa; dois "és" é uma coisa diferente e três "és" é uma marca de excelência. Como já deve ter reparado, a própria palavra excelência tem três "és". Se à palavra excelencia acrescentar as letras que faltam, para além dos "és", dos verbos entulhar, entijolar e enterrar, obteremos o que é desejável que os professores cumpram no nosso sistema de ensino: entulharxcentijolarlenterrarncia: Como vê: simples e objectivo!
NI - Muito obrigado, xclncia!
domingo, 9 de novembro de 2008
O que têm em comum D. José I e a Madame Min?
Ambos têm uma corzinha, embora por diferentes motivos..., um verde de verdete, o outro vermelho de verdugo.
Ambos estão de costas para os professores, embora por diferentes motivos..., um porque não se pode mexer, o outro porque nunca se soube mexer!
Ambos têm a mãozinha no ar, embora por diferentes motivos, um porque não se pode mexer, o outro porque...
Ambos vêem o melhor dos mundos, um rio deslumbrante, os passarinhos, os turistas, o sol, a chuva, sentem-se bem na certeza de terem razão...
Ambos assistem do alto a manifestações, um porque não pode descer, o outro porque nada mais sabe fazer...
Ambos olham em frente, um de vidrado que está, o outro de vidrado que é, um porque os olhos não mexem, o o outro porque as ideias não mexem.
Ambos têm um ar altivo, um porque o fizeram assim, o outro porque sim...
Ambos têm qualquer coisa na cabeça, um um penacho, o outro... diga você o que lhe apeteça!
Ambos se julgam reformadores, um por ser rei, o outro porque é de lei...; um porque o ministro reformou, o outro porque mandou prá reforma.
Ambos governam bem, um porque está parado, o outro porque está certo... e o mundo errado.
Ambos montam um bicho, um um cavalo, o outro uma cabala...
E ambos sabem montar, um um cavalo de patas para baixo, o outro uma educação de patas para o ar.
Descubra você mesmo as diferenças:

